Olimpíadas: 8 aprendizados para uma maratona de estudos

Compartilhe

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on email

Compartilhe

Share on facebook
Share on whatsapp
Share on twitter
Share on email

Já bateu saudade das Olimpíadas, né? Nós entendemos!

Então, para seguir com o espírito olímpico, que tal refletir sobre 8 aprendizados que a competição traz para uma maratona de estudo?

Corre aqui pra ver 🏃

Disciplina

Essa todo mundo já deve imaginar. 

Afinal, a rotina de preparo de um atleta é bem rigorosa: há todo um planejamento com horários fixos a ser cumprido. 

A maratona de treinos requer muita disciplina, pois não é todo dia que acordamos motivados.

Então, para seguir em frente, é realmente preciso disciplina. E ela só vem com um objetivo. 

No caso dos atletas, o objetivo é uma medalha nas Olimpíadas. 

Já no caso dos estudantes, pode ser uma vaga em uma universidade.

Seja qual for o objetivo, para atingir qualquer coisa na vida, a disciplina é fundamental. 

Planejamento

Você consegue imaginar a rotina de um atleta sem planejamento?

Pois é, da mesma forma é inviável uma maratona de estudo sem um cronograma, por exemplo.

Traçar metas em busca de um resultado é um dos maiores aprendizados que as Olimpíadas destacam. 

Às vezes até esquecemos, mas os atletas só conseguem participar de um evento desse depois de anos de treinamento. 

E o mesmo podemos aplicar para a preparação para uma prova – é claro, adaptando o tempo de acordo com o tipo de exame.

Foco

Foco é a capacidade de se concentrar em um objetivo, bloqueando distrações. E, nas Olimpíadas de Tóquio, tivemos vários exemplos disso.

Enquanto aguardava para se apresentar, a ginasta Rebeca Andrade focava em treinar em vez de ver a performance de outras ginastas.

Isso é interessante, pois agir de tal forma reduz a ansiedade e o sentimento de comparação – e ambos podem ser prejudicais à performance.

Da mesma forma, focar na sua preparação em vez de pensar em possíveis concorrentes é uma estratégia inteligente.

Resiliência

Quem não quase teve um treco vendo a nossa seleção feminina de vôlei jogando? E quantas viradas o time fez, não é?

Isso traz uma lição interessante: a da resiliência.

Resiliência significa o ato de retomar ao seu estado natural após algum episódio de estresse. 

Não significa não ter fragilidade, mas sim sair desse estado com mais rapidez. 

E no esporte isso é fundamental.

Se um adversário começa ganhando o jogo, é preciso que você não deixe isso abalar sua confiança. É fundamental a resiliência pra virar o jogo.

A mesma coisa em uma maratona de estudo, não?

Quando você está no limite do cansaço, lá no final do ano, é preciso resiliência pra seguir em frente. 

É claro que isso não significa desrespeitar seus próprios limites nem nada disso. 

Mas sim você focar no objetivo maior e recuperar sua energia mais rapidamente para seguir em frente.

Saúde mental

Simone Biles, uma das maiores ginastas da atualidade, mais uma vez fez história ao abrir mão da competição para cuidar da sua saúde mental

“Temos que proteger nossas mentes e nossos corpos e não apenas sair e fazer o que o mundo quer que façamos”, disse ela ao desistir da final em Tóquio. 

A lição que Simone deixou foi clara: é preciso reconhecer e respeitar os próprios limites. Afinal, não há ouro que substitua a nossa saúde mental.

Numa maratona de estudos, é similar.

O foco e a resiliência são indispensáveis, mas é preciso autoconhecimento para reconhecer quando estamos ultrapassando nossos limites.

Leveza ao competir

Quem não se encantou com a dancinha que a Rayssa Leal (mais conhecida como Fadinha) fez antes de competir? 

Rayssa Leal GIF by C4 Publicidade

Com apenas 13 anos, ela trouxe não apenas uma medalha de prata para o Brasil. 

Trouxe também como lição a importância de ter leveza, mesmo na competição mais importante do mundo.

Quando ganhou a medalha de prata, disse: “Estava apenas me divertindo”. Incrível, né? 

Que você também consiga se divertir em uma maratona de estudos. Afinal, aprender pode (e deve!) ser leve. 

Vamos colocar em prática essa sabedoria da Fadinha sensata? 🧚🏻‍♀️

Trabalho em equipe

Marta liderando a seleção deu uma aula desse tópico, né?

marta brasil GIF by Confederação Brasileira de Futebol

Afinal, ela reflete perfeitamente o espírito de equipe. 

Joga de forma colaborativa, estimulando o time, pois sabe que os melhores resultados são alcançados quando o jogo é jogado… junto!

Esse aprendizado é muito útil a uma maratona de estudos também, principalmente quando falamos em épocas de provas e concursos.

É claro que as vagas limitadas acabam gerando um senso de competição, mas é importante que isso seja trabalhado de forma saudável. 

Caso contrário, só gera mais tensão.

Nesse sentido, compartilhar conhecimento é uma das formas de colocar o trabalho em equipe em prática. 

Além de ajudar outros estudantes, você também se ajuda, pois quem ensina aprende em dobro.

Ah, e vale lembrar!

O trabalho em equipe é importante não só por tornar os desafios menos estressantes, mas também porque é uma das principais competências buscadas pelo mercado de trabalho.

Autoconhecimento

Falamos bastante aqui sobre a importância do planejamento, foco e resiliência. 

Mas, antes de tudo, é fundamental o autoconhecimento. 

Além de guiar nosso propósito, é ele que também aponta nossas limitações e maiores potencialidades.

E isso, meus amigos, faz toda a diferença em qualquer tipo de maratona.

Afinal, é assim que você entende onde e como dedicar sua energia.

Você é medalha de ouro em quê? E no que precisa se esforçar para subir ao pódio?

Ficam as reflexões para quem quer vencer no mundo do conhecimento 🤓

Curtiu esse conteúdo? Compartilhe com quem precisa fortalecer seus estudos 💪

Ericka Kellner

Ericka Kellner

Redatora na Passei Direto

Comentários

Deixe uma resposta